Novo livro: Onde se fala Português – Uma viagem pelos países Lusófonos.
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Meu 5º livro está quase pronto! Se no livro “Uma viagem pelos países que
não existem” eu misturei os relatos de viagem com geopolítica, agora é a
nossa lín...
By Alexandre Ritter™. Tecnologia do Blogger.
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Trekking: Acampamento no Pico do Morro Tucum.
Segunda e Terça-feira, 11 e 12 de Outubro de 2010. 7 horas da manhã; Pegamos um ônibus do Expresso Princesa dos Campos (R$ 8,33 ida, R$ 5,26 volta), no Terminal da Rodoferroviária de Curitiba, com destino a Terra Boa, que sai pela BR-116, sentido São Paulo. Destino: Pico Tucum - Serra do do Mar paranaense.
Deve-se ficar atento para a parada de descida: Depois da entrada da Estrada da Graciosa (PR-410), passando o Posto Rodoviário/Pedágio seguindo ainda cerca de 4 km até avistar o primeiro posto de combustível (Posto Túlio). Logo após, uns 200m tem uma estradinha de terra à direita, de difícil identificação. É alí onde começa a aventura!
Siga a estrada de terra (aproximadamente 6 km de caminhada) que termina na fazenda conhecida pelos montanhistas como Fazenda da Bolinha, fim do caminho de terra. Resta se informar, tomar uma água e pagar uma pequena taxa de entrada na fazenda (R$ 2,00) e começar a caminhar (muito) mata dentro e montanha acima.
O Tucum é uma montanha de aproximadamente 1720m de altitude localizada na Serra do Ibitiraquire, parte da Serra do Mar paranaense, em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba. Embora a pouca fama não o torne tão visitado quanto o vizinho Pico Paraná, tem uma das melhores vistas da Serra do Mar.
A trilha convencional passa pelas montanhas adjancentes: cerceia o Camacuã em meio à riquíssima mata atlântica e atravessa o topo descampado do Camapuã.
Fonte de Apoio: (odoig.org)
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Deve-se ficar atento para a parada de descida: Depois da entrada da Estrada da Graciosa (PR-410), passando o Posto Rodoviário/Pedágio seguindo ainda cerca de 4 km até avistar o primeiro posto de combustível (Posto Túlio). Logo após, uns 200m tem uma estradinha de terra à direita, de difícil identificação. É alí onde começa a aventura!
Siga a estrada de terra (aproximadamente 6 km de caminhada) que termina na fazenda conhecida pelos montanhistas como Fazenda da Bolinha, fim do caminho de terra. Resta se informar, tomar uma água e pagar uma pequena taxa de entrada na fazenda (R$ 2,00) e começar a caminhar (muito) mata dentro e montanha acima.
O Tucum é uma montanha de aproximadamente 1720m de altitude localizada na Serra do Ibitiraquire, parte da Serra do Mar paranaense, em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba. Embora a pouca fama não o torne tão visitado quanto o vizinho Pico Paraná, tem uma das melhores vistas da Serra do Mar.
A trilha convencional passa pelas montanhas adjancentes: cerceia o Camacuã em meio à riquíssima mata atlântica e atravessa o topo descampado do Camapuã.
Fonte de Apoio: (odoig.org)
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Trekking: Pico do Morro Caratuva.
Com 1850 metros, o Pico Caratuva, a cerca de 50 quilômetros de Curitiba PR, na região de Piraquara, é a segunda maior montanha em altitude da região sul do País.
Vencer a subida até o cume é um passeio que vale a pena tanto pelo visual quanto pela caminhada. São cerca de três horas e meia para alcançar o topo, em meio à mata atlântica preservada. Ao longo do caminho, bromélias e caraguatás revelam-se em cores intensas.
Além disso, descampados oferecem um visual único do relevo do entorno - do alto do Caratuva é possível ter uma vista privilegiada do conjunto Ibeteruçu, onde localiza-se o Pico Paraná. Lá em cima, o visitante ainda contempla a espécie de bambu anão que dá nome à montanha.
Alessandra Romão, Alexandre Dal Bello, Alexandre Ritter, Douglas Messias, Fernando Facchin, Giselle Michel, Inévio Alquieri, José Francisco, Lauremi Negoseki, Raquel Rodrigues e Sérgio Liebl.
Vencer a subida até o cume é um passeio que vale a pena tanto pelo visual quanto pela caminhada. São cerca de três horas e meia para alcançar o topo, em meio à mata atlântica preservada. Ao longo do caminho, bromélias e caraguatás revelam-se em cores intensas.
Além disso, descampados oferecem um visual único do relevo do entorno - do alto do Caratuva é possível ter uma vista privilegiada do conjunto Ibeteruçu, onde localiza-se o Pico Paraná. Lá em cima, o visitante ainda contempla a espécie de bambu anão que dá nome à montanha.
Alessandra Romão, Alexandre Dal Bello, Alexandre Ritter, Douglas Messias, Fernando Facchin, Giselle Michel, Inévio Alquieri, José Francisco, Lauremi Negoseki, Raquel Rodrigues e Sérgio Liebl.
Trekking: Caminho do Itupava (1).
Antes da construção da Estrada da Graciosa, realizada em meados do século 19, quatro caminhos ligavam o planalto de Curitiba ao litoral paranaense: Conceição, Arraial, Graciosa e Itupava, sendo que o Caminho do Itupava foi o primeiro acesso à 'Vila de Coreatuba', que veio a se chamar Curitiba.
O Caminho do Itupava é o mais bem preservado de todos, e o que recebe mais visitantes em busca de caminhadas. Ele liga a Região Metropolitada (Borda do Campo) a Morretes (Porto de Cima) e dá acesso ao Parque Estadual Marumbi. Foi aberto entre 1625 e 1650 sendo, por quase três séculos, o único caminho entre o litoral e a região do planalto.
As informações históricas são contraditórias; algumas fontes dizem que o caminho foi aberto pelos portugueses, outras por caçadores, mas todos concordam na importância desse acaminho que até hoje é visitado por aventureiros e amantes da natureza.
Hoje, a Trilha vai de Quatro Barras a Porto de Cima, demorando aproximadamente 8 horas de caminhada para se completar o percurso. Parte do caminho é calçado por pedras acentadas pelos Jesuítas e outras por escravos. O início da caminhada se dá a 1000 metros de altitude, sendo que o final se está praticamente ao nível do mar.
O Caminho do Itupava passou por algumas modificações ao longo do tempo, como a colocação de pontes sobre os rios que cortam o caminho, mas a maior parte permanece da mesma forma como na época em que os viajantes do Império trafegavam por ali.
O percurso ainda corta a Estrada de Ferro que liga Curitiba à Paranaguá, outro patrimônio histórico nacional inalgurado em 1883; o final do caminho ocorre na estrada que passa paralela ao Rio Nhundiaquara e segue até a estação de trem Engenheiro Langue, a vinte minutos de caminha da estação Marumbi; localizada ao pé do Pico Marumbi, início da trilha para esta mesma montanha.
'Há belíssimas paisagens e cachoeiras escondidas'.
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